PREFEITURA MUNICIPAL DE BLUMENAU
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
Escola Básica Municipal Professor Oscar Unbehaun

Professora Regente Anglia Rossi
Professora Regente Terezinha Irene Martins Reis
Professora de Informática Pedagógica Leiliane Vavassori Soares
Turma 3º ano

M ou N

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Complete os textos a seguir utilizando M ou N:

A Tampa e a Pomba



A poba bicou a tapa da paela. A tapa ficou baba, mas só cabaleou. A mesa ficou eburrada com tato saba:
- Tapa tem é que tapar panela!
A poba levou um tepão tetado ... E nada.
- Melhor chamar o pobo. O pobo veio logo ajudar.
Epurrou a tapa pra lá e pra cá .
- Epacou. É pesada como chubo!O pobo achou melhor chamar o amigo gabá.
O gabá, todo sério, apareceu pra ajudar. Ele bem que tetou epurrar a tapa... mas ne precisou! O cheiro do gabá era tão forte que a tapa gritou :
- Com esse cheirinho eu saio até sabado!

Telma Guimarães. A tampa e a pomba. São Paulo: Escala Educacional, 2005.




O tombo de Rambo



Rabo, o chipazé, foi covidado a participar de u capeonato de corrida diferete. Muito epolgado, arrajou um par de patis eprestado co o epregado do pobo Bernardo.
Cobinara que o poto de partida seria ebaixo do pé de jasmi, loge do capi. Dado o sinal, todos saíra com relâpago, descedo a pista da rapa.
Rabo, todo ebaraçado, saiu se rumo e caiu esparramado e cima de um tablado. Levatou todo epoeirado e, desapotado, desistiu do cobinado.

Graça Batituci



O Asno, a Raposa e o Leão



O Asno e a Raposa tedo feito um acordo de proteção mútua, etrara na floresta e busca de alimeto.
Não fora muito loge e ecotrara um Leão.
A Raposa, vedo o perigo iminete, aproximou-se do Leão e propôs um acordo ode iria ajudá-lo a capturar o Asno, se este desse sua palavra de hora que ele próprio não seria molestado.
Diate do copromisso assumido do Leão, a Raposa atraiu o Asno a uma profuda gruta e o coveceu a etrar lá detro.
O Leão vedo que o Asno já estava assegurado, imediatamente agarrou a Raposa e quado achou mais coveniete, ta atacou o Asno.

Autor: Esopo


Moral da História: Uma pessoa sem escrúpulos persegue apenas seus interesses. Pouco importa os meios que use para consegui-lo. Assim, ele passará por cima de todos não respeitando sequer seus aliados. Por isso mesmo, nunca confie em seus inimigos.

A onça doente



A oça caiu da árvore e por muitos dias esteve de cama seriamete eferma. E como não pudesse caçar, padecia fome das negras.
E tais apuros imaginou u plano.

– Comadre Irara – disse ela – corra o mudo e diga à bicharia que estou à morte e exijo que venha visitar-me.
A Irara partiu, deu o recado e os animais, u a u, pricipiara a visitar a onça.
Ve o veado, ve a capivara, ve a cutia, ve o porco do mato.
Veio ta o jabuti.
Mas o finório jabuti, antes de penetrar na toca, teve a lebraça de olhar o chão. Viu na poeira só rastos etrates, não viu nenhu rastro saite. E descofiou:
– Hum!… Parece que nesta casa que etra não sai. O melhor, e vez de visitar a nossa querida oça doete, é ir rezar por ela…
E foi o único que se salvou.

Fábula de Monteiro Lobato


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O burro juiz



Disputava a gralha co o sabiá, afirmado que a sua voz valia a dele. Como as outras aves risse daquela pretesão, a bulheta matraca de penas, furiosa, disse:
— Nada de bricadeiras. Isto é uma questão muito séria, que deve ser decidida por u juiz. Cata o sabiá, cato eu, e a seteça do julgador decidirá que é o melhor artista. Topa?
— Topamos! piara as aves. Mas que servirá de juiz?
Estava a debater este poto, quado zurrou u burro.
— Ne de ecomeda! exclamou a gralha. Está lá u juiz de primeiríssima para julgameto de música, pois nenhu animal possui maiores orelhas. Covidê-mo-lo.
Aceitou o burro o juizado e veio postar-se no cetro da roda.
— Vamos lá, comece! ordenou ele.
O sabiá deu u pulinho, abriu o bico e catou. Catou como só cata sabiás, gargateado os trinos mais melodiosos e lípidos. Uma pura maravilha, que deixou mergulhado e êxtase o auditório e peso.
— Agora eu! disse a gralha, dado u passo à frete.
E abrido a bicaca matraqueou uma grita de roper os ouvidos aos próprios surdos.
Terminada a justa, o meritíssimo juiz deu a seteça:
— Dou ganho de causa à exceletíssima senhora dona Gralha, porque cata muito mais forte que mestre sabiá.

Que burro nasce, togado ou não, burro morre.

Fábula de Monteiro Lobato