Complete os textos a seguir utilizando M ou N:
A Tampa e a Pomba A po
ba bicou a ta
pa da pa
ela. A ta
pa ficou ba
ba, mas só ca
baleou. A mesa ficou e
burrada com ta
to sa
ba:
- Ta
pa tem é que ta
par panela!
A po
ba levou um te
pão te
ta
do ... E nada.
- Melhor chamar o po
bo. O po
bo veio logo ajudar.
E
purrou a ta
pa pra lá e pra cá .
- E
pacou. É pesada como chu
bo!O po
bo achou melhor chamar o amigo ga
bá.
O ga
bá, todo sério, apareceu pra ajudar. Ele bem que te
tou e
purrar a ta
pa... mas ne
precisou! O cheiro do ga
bá era tão forte que a ta
pa gritou :
- Com esse cheirinho eu saio até sa
ba
do!
Telma Guimarães. A tampa e a pomba. São Paulo: Escala Educacional, 2005.
O tombo de Rambo Ra
bo, o chi
pa
zé, foi co
vidado a participar de u
ca
peonato de corrida difere
te. Muito e
polgado, arra
jou um par de pati
s e
prestado co
o e
pregado do po
bo Bernardo.
Co
binara
que o po
to de partida seria e
baixo do pé de jasmi
, lo
ge do capi
. Dado o sinal, todos saíra
com relâ
pago, desce
do a pista da ra
pa.
Ra
bo, todo e
baraçado, saiu se
rumo e caiu esparramado e
cima de um tablado. Leva
tou todo e
poeirado e, desapo
tado, desistiu do co
binado.
Graça Batituci
O Asno, a Raposa e o Leão O Asno e a Raposa te
do feito um acordo de proteção mútua, e
trara
na floresta e
busca de alime
to.
Não fora
muito lo
ge e e
co
trara
um Leão.
A Raposa, ve
do o perigo imine
te, aproximou-se do Leão e propôs um acordo o
de iria ajudá-lo a capturar o Asno, se este desse sua palavra de ho
ra que ele próprio não seria molestado.
Dia
te do co
promisso assumido do Leão, a Raposa atraiu o Asno a uma profu
da gruta e o co
ve
ceu a e
trar lá de
tro.
O Leão ve
do que o Asno já estava assegurado, imediatamente agarrou a Raposa e qua
do achou mais co
venie
te, ta
bé
atacou o Asno.
Autor: Esopo
Moral da História: Uma pessoa sem escrúpulos persegue apenas seus interesses. Pouco importa os meios que use para consegui-lo. Assim, ele passará por cima de todos não respeitando sequer seus aliados. Por isso mesmo, nunca confie em seus inimigos.
A onça doente A o
ça caiu da árvore e por muitos dias esteve de cama seriame
te e
ferma. E como não pudesse caçar, padecia fome das negras.
E
tais apuros imaginou u
plano.
– Comadre Irara – disse ela – corra o mu
do e diga à bicharia que estou à morte e exijo que venha
visitar-me.
A Irara partiu, deu o recado e os animais, u
a u
, pri
cipiara
a visitar a onça.
Ve
o veado, ve
a capivara, ve
a cutia, ve
o porco do mato.
Veio ta
bé
o jabuti.
Mas o finório jabuti, antes de penetrar na toca, teve a le
bra
ça de olhar o chão. Viu na poeira só rastos e
tra
tes, não viu nenhu
rastro sai
te. E desco
fiou:
– Hum!… Parece que nesta casa que
e
tra não sai. O melhor, e
vez de visitar a nossa querida o
ça doe
te, é ir rezar por ela…
E foi o único que se salvou.
Fábula de Monteiro Lobato
O burro juiz Disputava a gralha co
o sabiá, afirma
do que a sua voz valia a dele. Como as outras aves risse
daquela prete
são, a bulhe
ta matraca de penas, furiosa, disse:
— Nada de bri
cadeiras. Isto é uma questão muito séria, que deve ser decidida por u
juiz. Ca
ta o sabiá, ca
to eu, e a se
te
ça do julgador decidirá que
é o melhor artista. Topa
?
— Topamos! piara
as aves. Mas que
servirá de juiz?
Estava
a debater este po
to, qua
do zurrou u
burro.
— Ne
de e
come
da! exclamou a gralha. Está lá u
juiz de primeiríssima para julgame
to de música, pois nenhu
animal possui maiores orelhas. Co
vidê-mo-lo.
Aceitou o burro o juizado e veio postar-se no ce
tro da roda.
— Vamos lá, comece
! ordenou ele.
O sabiá deu u
pulinho, abriu o bico e ca
tou. Ca
tou como só ca
ta
sabiás, garga
tea
do os trinos mais melodiosos e lí
pidos. Uma pura maravilha, que deixou mergulhado e
êxtase o auditório e
peso.
— Agora eu! disse a gralha, da
do u
passo à fre
te.
E abri
do a bica
ca matraqueou uma grita de ro
per os ouvidos aos próprios surdos.
Terminada a justa, o meritíssimo juiz deu a se
te
ça:
— Dou ganho de causa à excele
tíssima senhora dona Gralha, porque ca
ta muito mais forte que mestre sabiá.
Que
burro nasce, togado ou não, burro morre.
Fábula de Monteiro Lobato